Fique de olho, pode ser câncer infantojuvenil

"FIQUE DE OLHO, PODE SER CÂNCER INFANTOJUVENIL"  É UM PROJETO

Sem exames preventivos para o câncer infantojuvenil, o Projeto “Fique de Olho, pode ser câncer infantojuvenil”, tem por objetivo capacitar profissionais da área de saúde, Atenção Básica e Médicos Pediatras, quanto aos principais sinais e sintomas da doença e suas especificidades.  Faz parte do Programa Diagnóstico Precoce, promovido pelo Instituto Ronald McDonald (IRM), representando a região Centro Oeste.

POR QUÊ?

Segunda causa de morte das crianças no Brasil, onde Medicina comprova que se o diagnóstico for precoce e o tratamento, o adequado, as chances de cura e redução de sequelas, crescem de maneira extraordinária e mais VIDAS são SALVAS, e este é o maior objetivo a ser alcançado para crianças e adolescentes com câncer.   

QUANDO ESTE PROGRAMA TEVE INÍCIO?

O Diagnóstico Precoce é um desejo antigo de instituições de apoio e ou tratamento de crianças e adolescentes com câncer, e em 2007, o Instituto Ronald Mc Donald dá inicio à efetivação da coordenação nacional deste Programa, concitando através de Edital, uma concorrência pública para o Projeto Piloto a ter início em 2008, com uma instituição representando cada uma das cinco regiões geográficas do Brasil.

O CÂNCER INFANTOJUVENIL É A DOENÇA QUE MAIS MATA CRIANÇAS NO BRASIL.

Sem exames preventivos, conhecer e perceber seus sinais e sintomas é o caminho mais rápido para o diagnóstico precoce. Quando descoberto precocemente as chances de CURA do câncer aumentam em até 80%. Confira os principais sinais e sintomas da doença.

Principais sinais e sintomas

No Brasil

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil 8.460 novos casos de câncer infantojuvenis (4.310 em homens e 4.150 em mulheres). Esses valores correspondem a um risco estimado de 137,87 casos novos por milhão no sexo masculino e de 139,04 por milhão para o sexo feminino.

Graças aos avanços no tratamento do câncer infantil nas últimas décadas, atualmente mais de 84% das crianças com câncer sobrevivem 5 ou mais anos. Globalmente, esse é um aumento considerável desde meados da década de 1970, quando a taxa de sobrevida em 5 anos era de apenas 58%. Ainda assim, as taxas de sobrevida variam com o tipo de câncer e outros fatores.

 

Fontes:

American Cancer Society (08/01/2020)

Instituto Nacional de Câncer (06/02/2020)


Em Mato Grosso do Sul

Quando a AACC/MS foi inaugurada, em 1998, o índice de cura para o câncer infantojuvenil em Mato Grosso do Sul era de apenas 10%. 

Hoje, mais de 20 anos depois, com o trabalho conjunto da AACC/MS e do CETOHI (Centro de Tratamento de Oncologia Infantil), esse índice foi para quase 70%.

Nesses 20 anos, passaram pelo CETOHI aproximadamente 1.700 crianças e adolescentes de 0 a 19 anos e mais de 1.500 com doenças hematológicas. O aumento do indice se deve ao CETOHI ser o principal centro especializado no tratamento oncológico em MS e pela constante dedicação e capacitação de seus profissionais que não medem esforços, tanto no cuidar, quanto no tratar e, ainda, com campanhas educativas que levam estado afora a importância de um diagnóstico precoce para aumentar as chances de CURA.

 

Projeto de capacitação

Parte da equipe multidisciplinar da AACC/MS percorre todo o Mato Grosso do Sul levando conhecimento aos profissionais da área da saúde sobre a relevância do diagnóstico precoce no câncer infantil, colocando luz sobre a importância de se investigar a condição física de crianças e adolescentes, aumentando assim as chances de curá-los do câncer.